domingo, 24 de junho de 2018

Referências Bibliográficas

G. D. F. D. S. C. et al. Escalas de avaliação para Terapia Ocupacional no Brasil. Revista terapia ocupacional, São paulo, v. 21, n. 3, p. 240-246, dez. 201.BVSMS. Resolução nº 7, de 24 de fevereiro de 2010. Disponível em: <http://bvsms.saude.gov.br/bvs/saudelegis/anvisa/2010/res0007_24_02_2010.html>. Acesso em: 25 mai. 2018.CARLO, Marysia Mara Rodrigues Do Prado De; KUDO, Aide Mitie. Terapia ocupacional em contextos hospitalares e cuidados paliativos. 1 ed. BRASIL: EDITORA PAYA, 2017. 448 p.COFFITO. Resolução coffito nº 383, de 22 de dezembro de 2010. Disponível em: <https://www.coffito.gov.br/nsite/?p=3146>. Acesso em: 23 mai. 2018.CRECECONTIGO. Desarollo de la autonomia en la primera infancia. Disponível em: <http://www.crececontigo.gob.cl/radio/desarrollo-de-la-autonomia-en-la-primera-infancia/ https://www.google.com.br/search?rlz=1c1chzl_pt-brbr768br768&biw=1536&bih=710&tbm=isch&sa=1&ei=lqmww_wxg4ekwgtq26pgaq&q=leito+hospitalar+desenho&oq=leito+hospitalar+&gs_l=img.3.1.0i30k1l2j0i5i30k1l8.3908.4208.0.7378.3.3.0.0.0.0.145.407.0j3.3.0....0...1c.1.64.img..0.2.278...0i8i30k1.0.omqp4s0frba#imgdii=nvkaohdxsmzubm:&imgrc=j3kby2z-evoatm>. Acesso em: 30 mai. 2018.CREFITO 15. A terapia ocupacional no contexto hospitalar. Disponível em: <http://www.crefito15.org.br/a-terapia-ocupacional-no-contexto-hospitalar/>. Acesso em: 19 mai. 2018.DREAMSTIME. Perda e sofrimento no ajuste do hospital. Disponível em: <https://www.google.com.br/url?sa=i&rct=j&q=&esrc=s&source=images&cd=&ved=2ahukewjqr-xy3o3bahxghpakhwirbxkqjxx6bagbeai&url=https%3a%2f%2fpt.dreamstime.com%2filustra%25c3%25a7%25c3%25a3o-stock-perda-e-sofrimento-no-ajuste-do-hospital-image78058976&psig=aovvaw3fzhvm4faj2r8_umzc1xqh&ust=1529978534885173>. Acesso em: 21 mai. 2018.OUTRAS PALAVRAS. Como fechamos nossos hospicios montruosos. Disponível em: <http://outraspalavras.net/brasil/como-fechamos-nossos-hospicios-monstruosos/>. Acesso em: 19 mai. 2018.SETOR SAUDE. Terapia ocupacional em contextos hospitalares. Disponível em: <https://setorsaude.com.br/terapia-ocupacional-em-contextos-hospitalares/>. Acesso em: 07 jun. 2018.SILVA, Daniela Baleroni Rodrigues; MARTINEZ, Claudia Maria Simões. Modelos de avaliação em terapia ocupacional: estudos dos hábitos funcionais e de auto-insuficiência em crianças. Cadernos de terapia ocupacional, [S.L], jul. 20. Disponível em: <www.cadernosdeterapiaocupacional.ufscar.br>. Acesso em: 24 mai. 2018.SILVA, P. A. D. et al. Atuação em equipes multiprofissionais de saúde: uma revisão sistemática. Consaude, [S.L], v. 12, n. 1, p. 153-160, mar. 201.SILVA, P. A. D. et al. Atuação em equipes multiprofissionais de saúde: uma revisão sistemática. Consaude, [S.L], v. 12, n. 1, p. 153-160, mar. 201.SLIDESHIRE. Cateterizacion. Disponível em: <https://www.slideshare.net/natiizarsa/cateterizacion>. Acesso em: 25 mai. 2018.STOCKFRESH. Medical team. group of hospital workers vector illustration. Disponível em: <https://tw.stockfresh.com/image/8259636/medical-team-group-of-hospital-workers-vector-illustration>. Acesso em: 29 mai. 2018.TO NEUROLOGIA FPR. Terapia ocupacional aplicada a neurologia ufpr. Disponível em: <https://toneurologiaufpr.wordpress.com/2013/04/02/a-avaliacao/>. Acesso em: 17 mai. 2018.TO NEUROLOGIA. Avaliações. Disponível em: <https://toneurologiaufpr.wordpress.com/2013/04/02/a-avaliacao/>. Acesso em: 23 mai. 2018.

sábado, 23 de junho de 2018

Atuação em Equipe Multiprofissional (Multidisciplinaridade, Interdisciplinaridade, Transdisciplinaridade)

O SUS estabelece por meio da Constituição de 1988 em seu artigo 196 que a saúde é um direito de todos e dever do estado, garantindo acesso universal e igualitário às ações e serviços para a sua proteção, promoção e recuperação.

"Uma das inovações trazidas pelo SUS foi os atendimentos realizados por uma equipe multiprofissional de saúde, compreendidos de forma horizontal, que rompe com um sistema verticalizado, centrado em um único profissional, focado no atendimento individualizado e na cura de doenças . Essas equipes atuam principalmente na atenção básica à saúde, mais especificamente na Estratégia de Saúde da Família (ESF), criada em 1994, com foco na saúde da família, considerando a prevenção, cura e reabilitação da saúde por meio de uma equipe formada por médicos, enfermeiros, dentistas, agentes de saúde e técnicos de enfermagem" (SILVA; et al, pg. 154, 2013).

A implantação do NASF (Núcleo de Apoio de Saúde à Família) é formado também por equipes de especialidades diferentes em saúde, foi elaborado em 2008 com o propósito em operar no apoio de equipes, constituído por fisioterapeutas , farmacêuticos, psicólogos, nutricionistas, fonoaudiólogos, educação física e serviço social. A implementação foi destacada no trabalho em equipe multiprofissional, para a saúde pública trouxe um enorme avanço na saúde pública do Brasil, por proporcionar a ampliação e aproximação.

    Fonte: STOCKFRESH (2017)







Avaliação em Saúde Mental na Alta Complexidade

Ressaltamos novamente a anamnese como o primeiro contato com o paciente. A prioridade na entrevista inicial é com o usuário, sendo que é identificado as possíveis alterações, pois a saúde mental é essencial ao sujeito na continuação de seu progresso nesse ambiente.

A saúde mental não só especifica em uma equipe especializada, mas é de interesse à todos.

O ambiente hospitalar é um espaço de sofrimento, dor e tratamento de doenças. A política Nacional de Atenção Hospitalar (PNAH) no Brasil destaca em sua portaria os cuidados agudos e crônicos aos usuários, incluindo também todas as fases,da promoção à saúde até a reabilitação (FRIZZO; QUEIROZ, pg.367, 2017).

Independentemente de sua especialidade, o profissional do contexto hospitalar deve desenvolver uma postura de promoção à saúde apto em trilhar o olhar acerca do sujeito em sua integralidade. Compreender a complexidade e mutabilidade da saúde do paciente/cliente em questão, os terapeutas ocupacionais são capacitados também para esse olhar. Inclinando sobre os diversos pontos para promover saúde mental em qualquer contexto. Tem origem em formação humanística, holística e complexa.

"Sabe-se que a intervenção terapêutica ocupacional não se dá somente por meio do enfoque nos dados "clínicos", mas se baseia na história de vida do indivíduo que sofre. São incorporados na avaliação terapêutica, aspectos específicos com relação à identificação de fatores de risco relacionados à saúde mais geral e ao bem-estar, como padrões de alimentação e sono, uso de drogas (incluindo os níveis de consumo de álcool e hábito de fumar), atividades de lazer e bem-estar e a natureza geral do indivíduo" (FRIZZO; QUEIROZ, pg 369, 2017).

A Avaliação do Estado Mental (MEEM) é um roteiro de observação onde é observado a atenção, sensopercepção, memória, orientação, consciência, pensamento, linguagem, inteligência, afeto, percepção e conduta. O paciente em sedação (lembrando que usar o termo "coma induzido" está incorreto)  ou em estado vegetativo possui atrasos nessas observações, também possui um comprometimento como a disfagia e disartria.

Fonte: CRESCECONTIGO 




Sofrimento Psíquico no Hospital

Ao se deparar no contexto hospitalar a família expressa dificuldades emocionais decorrentes especificamente do ambiente e sua dinâmica de trabalho, junto com a questão de conviver com o indivíduo que está na situação hospitalizada, pois  tudo aquilo que causa dor e sofrimento ao paciente, a família é sensibilizada com a situação do paciente/usuário em questão.

No processo de hospitalização, a família do paciente hospitalizado está exteriorizada a pressões externas e internas. As internas se refere aos sentimentos de preocupação, culpa e entre outros, já na externas é resultante de aspectos do ambiente hospitalar e suas particularidades. O sofrimento possui expressões diretas, que são necessariamente as atitudes agressivas, preocupações, o medo, desconfiança, desânimo, tensões e individualismo (MILANESI; et al, pg. 770, 2006).

Fonte: DREAMSTIME

sexta-feira, 22 de junho de 2018

Especificidades UTI

A área hospitalar foi o marco inicial da profissão. Os macro-hospitais era uma ocupação em forma de tratamento junto a pacientes que apresentavam de doenças mentais.

A Resolução n° 7 (RDC-2010) da Agência Nacional de Vigilância Sanitária - ANVISA, estabelece a necessidade da presença do Terapeuta Ocupacional junto à equipe multidisciplinar como requisito mínimo para funcionamento das UTI´s. O hospital é essencial para a prática de cuidados em saúde nas condições críticas e ameaçadas de vida.

As unidades de terapia intensiva se subdivide em:
  • Neonatal
  • Pediátrica
  • Pediátrica Mista
  • Adulto
  • Adulto Especializado
Durante o período de internação ou tratamento, o terapeuta ocupacional na UTI busca avaliar e intervir com paciente o desempenho ocupacional, a autonomia, o nível de consciência e comunicação, a condição clínica, a lesão por pressão, os familiares, os papeis ocupacionais e a ruptura do cotidiano.

A maioria dos óbitos ocorrem em hospitais, mais especificamente em UTI´s. Então o terapeuta ocupacional intervém com a medida de diminuir aquele período de dor e sofrimento no paciente,  por isso a importância da anamnese e avaliação, para sabermos o desejo do usuário (deve sempre ser priorizado o que o paciente deseja) mesmo que já esteja condenado à morte.



Curiosidades!

O paciente/cliente em estado gave possui o comprometimento em sistemas como a perda da autonomia e auto-regulação.

Os desconfortos apresentados pelos pacientes/clientes no hospital durante seu período de internação ou tratamento são pelos equipamentos, estímulo sonoro, luminosidade, estar num local isolado/fechado e pela sua falta de privacidade.

Os termos utilizados nesse contexto pela equipe multidisciplinar são: Sinais Vitais, Drenos, FC, PA, Diálise,  Gasometria, Sedação, Frequência Respiratória, Saturação, Nutrição e Temperatura.

As dificuldades e desafios enfrentados pela equipe é em:
  • Cuidar em terapia intensiva
  • Lidar com a morte e informar à família
  • Morte/sofrimento >> Impotência e Perda
  • Dar a informação adequada sobre atendimento e preparo para o ambiente (UTI) à família
  • Falta de recursos
  • Comprometimento do Cuidado
  • Institucional
  • Categoria Profissional
  • Pessoal


Fonte: DREAMSTIME



Especificidades

As avaliações aplicadas é submetida à informações de condição de saúde, idade do sujeito, o contexto e entre outros. É possível encontrar avaliações que são válidas e confiáveis para aplicação, porém em muitas ocorrências ainda não se possibilita.Na nossa prática em terapia ocupacional clínica/hospitalar é possível empregar diversas avaliações específicas para níveis de dependência, funções corporais, satisfação e dificuldade em desempenho de atividades e participação social e análise do ambiente também sendo em fatores pessoais. 
A avaliação é um meio crucial e indispensável para o processo de intervenção. É perceptível a sua importância para o processo terapêutico, possuindo um olhar com as potencialidades do sujeito e não as deficiências, permitindo o fazer diferente, que possua atividades com um fim, ao processo terapêutico, a satisfação individual e ao próprio tempo.
Fonte: REVISTA EMERGENCIA (2011)

Outros Meios de Avaliação


O terapeuta ocupacional escolhe a avaliação por meio da seleção da sua aplicação colocando em preferência a condição do paciente, o tempo e a extensão da aplicação para não trazer danos ao usuário. Pois o objetivo é sempre trazer o bem-estar, satisfação, sempre observando  por meio da comunicação verbal ou não verbal ou seu nível de disponibilidade (cansaço físico, mental e entre outros) inclusive por estar em um ambiente hospitalar.

É referido à preocupação com os acontecimentos de estreitamento e limitação das experiências de vida, tanto relativas às rotinas, hábitos e ao cotidiano, assim como a a forma que pode representar nas avaliações processuais (TEDESCO, pg.83, 2017).


Você sabe quais avaliações são mais recomendadas e utilizadas por esses profissionais no ambiente hospitalar?

Vamos citar algumas!


  • MIF- Medida de Indepedência Funcional (Cognitivo)
  • MOCA- Montreal Cognitive Assesment (Cognitivo)
  • ADDENBROOKE- Teste Cognitivo
  • ÍNDICE DE KATZ (UFPR)- Funcional
  • ESCALA DE LAWTON E BRODY- (Funcional)
  • COPM- Medida Canadense de Desempenho Ocupacional
  • QUESTIONÁRIO OCUPACIONAL
  • HAQ- Questionário das AVD´s
  • TESTE DE APENDIZAGEM AUDITIVO VERBAL
  • TESTE DE SENSIBILIDADE
  • TESTE DE GONIÔMETRO
 Fonte: SLIDESHIRE (2016)

Avaliações Padronizadas


Os usos dos instrumentos padronizados é aplicado para avaliar componentes ou contextos, possui um processo terapêutico e desfechos clínicos para o aprofundamento em desenvolver escalas de avaliação para o atendimento na Terapia Ocupacional.

A avaliação é um meio de identificar dificuldades, onde o terapeuta vai estudar e criar meios de intervenção.

A avaliação em terapia ocupacional é uma preparação essencial à análise do processo do cliente no desempenho ocupacional, engloba componentes de desempenho e influências ambientais. Encontram-se avaliações disponíveis que pode ser aplicada por meio de entrevistas, avaliações padronizadas, não padronizadas e informais (SILVA; MARTINEZ, pg.78, 2002).

"Considerando que o terapeuta ocupacional trabalha com metodologia própria de identificação de necessidades e de demandas, do estudo e avaliação do desempenho ocupacional (autocuidado/atividade de vida diária e de vida prática, trabalha e lazer), das práticas ocupacionais, cotidianas, econômicas, de expressão cultural e identitárias" (Resolução COFFITO n° 383, pg.80 2010).


 Fonte: CRECECONTIGO (2012)

quarta-feira, 13 de junho de 2018

Início de Avaliação

Anamnese, o essencial para começar

O primeiro contato do terapeuta ocupacional com o paciente/cliente é realizado por meio da anamnese, onde será extraído por meio de uma conversa, informações necessárias do indivíduo em questão. É um meio de analisar qual tipo de avaliação aquele paciente/cliente precisa naquele momento para a eficácia no seu tratamento.

Avaliação Qualitativa


A Avaliação Qualitativa é uma escuta ativa com a atenção voltada às informações prestadas, que intervém com algumas adequações sem sugestionar a fala do entrevistador. Há uma atenção com as comunicações verbais e também não verbais.  As anotações do Terapeuta Ocupacional expõe-se descritiva ou reflexiva, é sempre considerável o cotidiano, as relações humanas, cultura e inserção social de cada sujeito.


Avaliação em Terapia Ocupacional


A Avaliação tem como meio coletar dados para que tenha a necessidade de verificar informações da ação terapêutica, assim, medindo os progressos, acompanhando e aperfeiçoando a intervenção do Terapeuta Ocupacional.

Segundo Tedesco (2017, pg.79), "Todos os procedimentos que configuram o raciocínio especializado de um terapeuta ocupacional para a promoção de saúde, bem-estar e aquisição de habilidades, interesses e desempenho na vida diária e para a construção de relações de produção e participação nos atendimentos em cenários hospitalares e estra-hospitalares, bem como em cuidados paliativos, foram denominados de específicos [...]."

A finalidade é destacar uma estrutura teórica geral que sustente, identifique e subsidia as referências da profissão da terapia ocupacional para a produção de seus procedimentos, descrevendo todo o processo, define os objetivos do processo terapêutico em terapia ocupacional, além da avaliação inicial e processual (TEDESCO, 2017 p.80).


Por meio da Avaliação é possível obter um planejamento para um consequente sucesso na intervenção com o paciente/cliente. É importante traçar o Perfil Ocupacional daquele indivíduo, onde é descrito o resumo da história ocupacional e experiências, como também, técnicas formais de entrevistas e conversas informais.


    Fonte: (CRECECONTIGO, 2017)


Introdução ao Contexto Hospitalar


A Terapia Ocupacional iniciou em um contexto hospitalar, a profissão tinha o objetivo de restaurar a capacidade funcional por meio da técnica de treinamento de hábitos. O objetivo era de restaurar a capacidade funcional através da técnica com treinamento de hábitos. Um ponto que foi de imensa importância tornou-se assim que a instituição começou a fazer parte da medicina com a intenção de cura e pesquisa, no séc. XIX.


Segundo BORGES.F. et al. (1994, apud, MIRSSHAWKA), "O hospital nesse contexto possuía um caráter mais asilar, atendendo a uma clientela com enfermidades crônicas que encontravam na instituição um local de repouso durante o tortuoso processo de adoecimento e morte."


Para que o modelo de hospital chegasse nos moldes da instituição que a a sociedade atualmente conhece, o modelo médico sanitário, diversos aspectos teóricos precisaram serem analisados.


De acordo com BORGES.F. et al. (2012, p. 426), "Essas modificações culminaram com o que Foucault (1980) aborda em sua obra afirmando que as mudanças ideológicas na sociedade foram responsáveis por algumas das transformações conceituais que modificaram os hospitais. Para o autor, o ponto culminante dessa mutação, foi quando a instituição passou a ser um espaço de exercício da Medicina, na intenção da cura e da pesquisa, mudança que ocorre no século XIX."


O ambiente hospitalar era mais frequentado por médicos e enfermeiros, atualmente podemos perceber que é um local multidisciplinar. Quando o Terapeuta Ocupacional é inserido em tal ambiente, acredita-se que foi preciso analisar, testar, estudar o contexto de sua prática, sendo que, para estes profissionais cada contexto em que ele é inserido há um "jogo de cintura" devido a cada caso de seus pacientes/clientes possuírem suas singularidades específicas. Diferentemente do tratamento biomédico o Terapeuta Ocupacional vai trabalhar na vida daquele indivíduo trazendo um ressignificado para sua vivência, sendo que a doença/tratamento que ele se encontrava possa ter tirado, o profissional tem um olhar humanizado, tratando sempre o contexto e a situação daquele sujeito buscando melhorar a qualidade de vida, trazendo maior conforto, novas possibilidades de realizar suas atividades, auxiliando-os sempre e buscando estratégias de melhoria ao paciente em questão, quebrando o paradigma do ambiente hospitalar como de dor e sofrimento.




Hospital Colônia de Barbacena (MG)
Fonte: MORAIS, (2016)










Bem Vindo ao Blogger

Olá blogueirinhos! Sejam bem vindos ao Blogger: Terapia Ocupacional no Contexto Hospitalar! Aqui você poderá se aprofundar na história...