terça-feira, 27 de novembro de 2018

Referências Bibliográaficas

REZENDE, Valéria, C.N.A. DESENVOLVIMENTO DE MANUAL SOBRE A FISIOTERAPIA NOS CUIDADOS DE IDOSOS ACAMADOS, POSICIONAMENTO NO LEITO, TRANSFERÊNCIAS E MOBILIDADE. 2016. 1-36 p. Monografia (PósGraduação em Fisioterapia da Escola de Educação Física)- Universidade Federal de Minas Gerais, Belo Horizonte, 2016. Disponível em: <http://www.bibliotecadigital.ufmg.br/dspace/bitstream/handle/1843/BUBD-AQFJ8Z/monografia_final2.pdf?sequence=1>. Acesso em: 15 nov. 2018.

DE ALMEIDA, Daniela Tonizza; TREVISAN, Érika Renata. Estratégias de intervenção da Terapia Ocupacional em consonância com as transformações da assistência em saúde mental no Brasil. 2010. Disponível em: <http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S1414-32832011000100023&lng=en&nrm=iso&tlng=pt>. Acesso em: 17 nov. 2018.

APLICAÇÃO da Análise de atividade. In: RODRIGUES DO PRADO DE CARLO, Marysia Mara; KUDO, Aide Mitie (Org.). Terapia ocupacional em contextos hospitalares e cuidados paliativos. 1. ed. [S.l.]: Editora Paya, 2016. cap. 6.

segunda-feira, 12 de novembro de 2018

Estratégias, objetivos e planejamento terapêutico e Processo avaliativo em Alta Complexidade

O raciocínio clínico em terapia ocupacional, o profissional deverá utilizar o recurso mental de si que é existente e inerente para poder desenvolver algumas respostas a questionamentos trazidos pelo paciente, como forma de queixa, o que significa, pensamento rápido e "intuitivo", o famoso "jogo de cintura", que é difícil de descrever (De CARLO, KUDO, 2016).

Os três primeiros raciocínios que se relaciona ao processo inicial é denominado raciocínio ético, diagnóstico e científico. Que está condicionado ao profissional de saúde juntamente ao processo do diagnóstico ocupacional, além do que se refere às bases  éticas da prática em terapia ocupacional(DE CARLO, KUDO, 2016).

Assim que o T.O tem o primeiro contato com o paciente é necessário que ele já tenha em mente o que pode fazer naquele momento com o paciente, visto que no contexto hospitalar grande parte desses pacientes permanecem pouco tempo hospitalizado ou em cuidados paliativos por exemplo podem vir a óbito, se não tivermos a possibilidade de rever aquele paciente a intervenção deve ser feita e já precisamos estar preparados com algum recurso em mãos.


Imagem retirada da internet

Posicionamento e Transferência no leito


Os pacientes que ficam confinados no leitos podem apresentar algumas necessidades especiais e básicas, no qual na maioria dos casos podem exigir uma assistência, assim como uma série de cuidados podendo evitar complicações para esses sujeitos (REZENDE, 2016).

Para o posicionamento e transferência no leito é essencial que o terapeuta ocupacional utilize da articulação mais forte desse paciente. Os posicionamentos mais importantes são em decúbito dorsal, decúbito lateral direito, e decúbito lateral esquerdo.

Segue algumas informações essenciais:

  • O COXIN é muito utilizado para pacientes que não conseguem se mover, ele é em forma cilíndrica e é utilizado para posicionamento.


  • O lençol não pode ter nenhuma aranhura e nem dobradura para não ocorrer pontos de pressão. O traçado ajuda o paciente a mudar de posição, toda cama hospitalar têm. Para posicionar o paciente de lado é necessário puxar o traçado, a mudança de decúbito é sempre a melhor opção, alivia bastante para o paciente.


  • Para mudar o decúbito, peça para que o paciente se abrace segurando em seus próprios ombros para na hora da mudança de posicionamento, não ficar por cima dos braços.


  • Deixe sempre a cama em posição neutra.



Imagens da internet:
















Recursos Terapêuticos no Ambiente Hospitalar - Gestão de Materiais Atividade e Análise da Atividade

A formação do conhecimento e técnicas passou a ser de todos e para todos. Da mesma
forma, o setting terapêutico se amplia da instituição fechada para o espaço comunitário.O
trabalho aparece revitalizado, não mais como um recurso terapêutico, mas como um direito”
(ALMEIDA, TREVISAN, 2011).
Para entender um pouco da questão de gestão de recursos com a análise de atividade,
observe a proposta abaixo, lembrando que para realizar é preciso observar :

  • Quais são os objetivos?

  • Quais as estratégias?

  • Quais os recursos terapêuticos?




Exemplo

Atividade terapêutica: Pintura

Recurso: Pincel, folha, lápis de pintar, lápis de escrever, borracha, tinta.

Estratégia: Para ganho da força muscular com movimentos: pinça (polpa-polpa, trípode…).

Objetivo: Melhorar a prensão pinça.


Imagens retirada da internet:




Recursos Terapêuticos no Ambiente Hospitalar - Tipos e Escolha de materiais e estratégias.

Para se obter um recurso no ambiente hospitalar, é preciso ter bastante cautela,assim como após as atividades os materiais e ferramentas poderão estar espalhados, e para que  o próximo paciente utilize o terapeuta não pode esquecer que esses instrumentos que ficam expostos na mesa pode prejudicar a organização do setting.

O paciente participando dessa organização do local seja numa sala ou no seu leito, como limpeza de ferramentas, e guardar os materiais no lugar, o objeto feito pelo sujeito reflete a sua imagem interior e a relação do cuidado com ele vai refletir no cuidado com ele mesmo. A participação faz com que ele participe de um plano de ação para as AVD’s (atividades de vida diária), são opções diárias que devem ser estimuladas (lavar, passar, lavar as mãos e os objetos, guardar as coisas no lugar).Sobre os recursos que podem ser utilizados são materiais que só aquele paciente possa utilizar (devido ao ambiente estar favorecido de transmitir algo para outros paciente), e também utensílios laváveis como em plásticos, madeira e entre outros, utensílios que não gere riscos ao paciente e aos demais.

Imagem meramente ilustrativa

A atividade, a análise da atividade e processo terapêutico


O tratamento de Terapia ocupacional possui a idéia de um processo, no qual funciona por meio de algumas ações sistematizadas buscando visar um resultado determinado. Assim que o paciente é avaliado, procuramos um recurso baseado no primeiro contato que tivemos (avaliação terapêutica) que já foi falado anteriormente, e por meio dessas informações buscamos estratégias e recursos para serem aplicados com um objetivo final. É provável que as estratégias em alguns recursos possam acabar sendo iguais aos objetivos, porém isso não tem nenhum problema.

O objetivo vai ser aquilo que se pretende alcançar quando se realiza uma AÇÃO: com um propósito. O que o Terapeuta Ocupacional e o paciente deseja alcançar durante a terapia.A estratégia é um meio no qual vai levar aquele paciente a algum lugar, é uma arte de aplicar com eficácia os recursos de que se dispõe visando o alcance de determinados objetivos. Já o recurso terapêutico é “um meio” para aplicar as atividades, onde o paciente poderá alcançar diversas atividades, dificuldades ou embaraços. Pode ser utilizados um recurso pronto como: cone, theraband e entre outros ou feitos pelo paciente.

É essencial que com Terapeutas Ocupacionais, ao ser analisados a atividade humana como recurso, é necessário que possamos analisar tudo de uma forma desmembrada, assim como o contextos ambientais situacionais que possui uma enorme importância, visto que o terapeuta necessita de um planejamento com as ferramentas e materiais adequados, respeitando sempre a identidade própria do paciente.

Segundo Hagedorn (1999, apud De CARLO, KUDO, 2016) devemos considerar que:

  • O grau de complexidade desde a realização até o objeto final.
  • Se a atividade é estruturada ou não, tendo começo, meio e fim.
  • A quantidade de tarefas até se chegar ao objeto final.
  • Averiguar a sequência do desempenho de tarefas.


Imagem retirada da internet













domingo, 24 de junho de 2018

Referências Bibliográficas

G. D. F. D. S. C. et al. Escalas de avaliação para Terapia Ocupacional no Brasil. Revista terapia ocupacional, São paulo, v. 21, n. 3, p. 240-246, dez. 201.BVSMS. Resolução nº 7, de 24 de fevereiro de 2010. Disponível em: <http://bvsms.saude.gov.br/bvs/saudelegis/anvisa/2010/res0007_24_02_2010.html>. Acesso em: 25 mai. 2018.CARLO, Marysia Mara Rodrigues Do Prado De; KUDO, Aide Mitie. Terapia ocupacional em contextos hospitalares e cuidados paliativos. 1 ed. BRASIL: EDITORA PAYA, 2017. 448 p.COFFITO. Resolução coffito nº 383, de 22 de dezembro de 2010. Disponível em: <https://www.coffito.gov.br/nsite/?p=3146>. Acesso em: 23 mai. 2018.CRECECONTIGO. Desarollo de la autonomia en la primera infancia. Disponível em: <http://www.crececontigo.gob.cl/radio/desarrollo-de-la-autonomia-en-la-primera-infancia/ https://www.google.com.br/search?rlz=1c1chzl_pt-brbr768br768&biw=1536&bih=710&tbm=isch&sa=1&ei=lqmww_wxg4ekwgtq26pgaq&q=leito+hospitalar+desenho&oq=leito+hospitalar+&gs_l=img.3.1.0i30k1l2j0i5i30k1l8.3908.4208.0.7378.3.3.0.0.0.0.145.407.0j3.3.0....0...1c.1.64.img..0.2.278...0i8i30k1.0.omqp4s0frba#imgdii=nvkaohdxsmzubm:&imgrc=j3kby2z-evoatm>. Acesso em: 30 mai. 2018.CREFITO 15. A terapia ocupacional no contexto hospitalar. Disponível em: <http://www.crefito15.org.br/a-terapia-ocupacional-no-contexto-hospitalar/>. Acesso em: 19 mai. 2018.DREAMSTIME. Perda e sofrimento no ajuste do hospital. Disponível em: <https://www.google.com.br/url?sa=i&rct=j&q=&esrc=s&source=images&cd=&ved=2ahukewjqr-xy3o3bahxghpakhwirbxkqjxx6bagbeai&url=https%3a%2f%2fpt.dreamstime.com%2filustra%25c3%25a7%25c3%25a3o-stock-perda-e-sofrimento-no-ajuste-do-hospital-image78058976&psig=aovvaw3fzhvm4faj2r8_umzc1xqh&ust=1529978534885173>. Acesso em: 21 mai. 2018.OUTRAS PALAVRAS. Como fechamos nossos hospicios montruosos. Disponível em: <http://outraspalavras.net/brasil/como-fechamos-nossos-hospicios-monstruosos/>. Acesso em: 19 mai. 2018.SETOR SAUDE. Terapia ocupacional em contextos hospitalares. Disponível em: <https://setorsaude.com.br/terapia-ocupacional-em-contextos-hospitalares/>. Acesso em: 07 jun. 2018.SILVA, Daniela Baleroni Rodrigues; MARTINEZ, Claudia Maria Simões. Modelos de avaliação em terapia ocupacional: estudos dos hábitos funcionais e de auto-insuficiência em crianças. Cadernos de terapia ocupacional, [S.L], jul. 20. Disponível em: <www.cadernosdeterapiaocupacional.ufscar.br>. Acesso em: 24 mai. 2018.SILVA, P. A. D. et al. Atuação em equipes multiprofissionais de saúde: uma revisão sistemática. Consaude, [S.L], v. 12, n. 1, p. 153-160, mar. 201.SILVA, P. A. D. et al. Atuação em equipes multiprofissionais de saúde: uma revisão sistemática. Consaude, [S.L], v. 12, n. 1, p. 153-160, mar. 201.SLIDESHIRE. Cateterizacion. Disponível em: <https://www.slideshare.net/natiizarsa/cateterizacion>. Acesso em: 25 mai. 2018.STOCKFRESH. Medical team. group of hospital workers vector illustration. Disponível em: <https://tw.stockfresh.com/image/8259636/medical-team-group-of-hospital-workers-vector-illustration>. Acesso em: 29 mai. 2018.TO NEUROLOGIA FPR. Terapia ocupacional aplicada a neurologia ufpr. Disponível em: <https://toneurologiaufpr.wordpress.com/2013/04/02/a-avaliacao/>. Acesso em: 17 mai. 2018.TO NEUROLOGIA. Avaliações. Disponível em: <https://toneurologiaufpr.wordpress.com/2013/04/02/a-avaliacao/>. Acesso em: 23 mai. 2018.

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